Por que uma bike está custando quase R$ 200 mil?

Cifras assustadoras até para profissionais do setor.

Chegamos nesse ano em uma cifra assustadora até para os profissionais do setor habituados com bicicletas de ultra performance com alto valor agregado.

 

O ano é 2020 e frequentemente nos deparamos com postagens sobre bicicletas na casa dos R$ 30 mil seguidas pelos clássicos comentários: 

 

“Mais cara do que um carro!”

 

Percepção essa já devidamente atualizada, pois até pouco tempo o mais comum era “Valor de uma moto?”.

 

Não bastando, circulam pela rede em grupos de Whatsapp e Facebook fotos de bicicletas importadas com preços acima de R$ 100 mil.

 

Em um futuro breve é muito provável termos o comparativo com um imóvel.

 

Mas serão verdadeiras essas informações? O que de fato está acontecendo?


Sim, infelizmente são verídicas e muitas das bicicletas das imagens dos grupos em questão estão hoje ainda mais caras.

 

Um dos exemplos na linha de Mountain Bike é a Scott Spark RC, uma das versões que integram essa lista e facilmente superam os R$ 100 mil.

 

A até então campeã da pesquisa é a Felt IA Ultimate Dura Ace DI2, o modelo de Triathlon equipado com câmbios eletrônicos sem fio que chega perto da casa dos R$ 190 mil.

 

Mas não para por aí, na linha de entrada, bicicletas com um mínimo de qualidade, até então tidas como populares, também estão muito mais caras.

 

Elas custavam no ano anterior aproximadamente R$ 900,00 e são encontradas hoje por uma média de R$ 1500,00.

 

Aumento de aproximadamente 60%, quase 2000 vezes o valor da inflação acumulada de 2020, 3,20%.

 

Para entender o que está acontecendo com o setor conversamos com Daniel Guth, diretor executivo da Aliança Bike (Associação Brasileira do Setor de Bicicletas). 

 

Segundo ele são vários os motivos e eles se somam:

 

“Primeiro temos a altíssima carga tributária nas bicicletas, em específico nas de alto rendimento, pois são importadas por inteiro. Elas tem no Brasil um imposto de 35% desde 2011, uma das taxações mais altas do mundo. A média global aplicada é de 14%”, revela Guth.

 

Daniel considera o Dólar o segundo ponto a ser analisado e um dos maiores vilões da alta:

 

“A taxa cambial atual impacta em todo o mercado. Ela desfavorece o setor inteiro, independente do valor final da bike, pois quase 90% dos componentes vêm de fora e os custos estão diretamente atrelados ao valor da moeda norte-americana”.

 

O terceiro ponto colocado pelo Diretor Executivo da Aliança Bike são as tecnologias aplicadas no desenvolvimento dos modelos de alto rendimento:

 

“Essas versões são naturalmente mais caras por trabalharem com os melhores materiais e usarem equipamentos de ponta. Também por serem construídas e desenvolvidas nos locais mais especializados do mundo”.

 

Rodolfo Bittencourt de Andrade é um cliente da Corretora Ride e proprietário de uma bike com o valor próximo aos R$ 30 mil. Ele considera os custos derivados da alta carga tributária e acredita que deveria haver no país políticas de incentivo.

 

“Os produtos de alto rendimento, na maioria dos esportes, têm um alto valor agregado. Deveria haver uma programas para incentivar mais a prática esportiva de todas as modalidades”, declara Rodolfo.

 

Ele conta os motivos pelos quais segurou o seu equipamento. “Fiz por ser um produto de alto valor agregado. A segurança, tanto pessoal, quanto do bem investido vêm em primeiro lugar”.

 

André Moroni, CEO da Ride, menciona que o item segurança é um dos principais critérios para quem compra ou pensa em adquirir uma bicicleta de alto valor.

 

“Os seguros especializados em bicicletas se atualizam constantemente para atender a alta demanda dos últimos anos. A nossa empresa contribuí bastante para este avanço, pois construímos uma plataforma online de comparativos do mercado”, revela André, corretor há mais de 20 anos no setor.

 

Em um cenário de bicicletas intermediárias com valores facilmente ultrapassando o custo de automóveis populares e as de alto rendimento se equiparando com imóveis torna-se imprescindível ter um seguro especializado como o da Ride.

 

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Texto: Álvaro Perazzoli / Allvaro - Comunicação Inteligente

MTB: 082469/SP

Publicado em 28/01/2021

Blog da Ride

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